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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Minha auto estima e meu processo de emagrecimento

É incrível como a gente não costuma dar valor a algumas coisas que a gente tem. Eu, por exemplo, só vi dar valor a auto estima quando perdi a minha. Com a depressão pós parto minha auto estima ficou muito, muito baixa, me sentia feia, a pior mãe do mundo, a pior filha, a pior esposa, enfim pior em tudo. Foi então que comecei o tratamento, já não estava na melhor forma quando comecei o tratamento e com o uso de antidepressivos então! Resultado: engordei mais 5 quilos.
No auge da depressão pós parto não estava nem ligando pra minha aparência, me achava feia mas não tomava nenhuma atitude, por mais que a minha psiquiatra falasse que eu devia fazer exercícios fisicos, não ligava. A cada consulta com a psiquiatra meu peso aumentava, principalmente a barriga, não sou gorda, só tenho barriga, as pessoas me perguntam se estou grávida devido o tamanho da minha barriga. 1 ano e 7 meses depois, resolvi dar um ponto final nessa historinha de barrigudinha, comecei a fazer reeducação alimentar e musculação. Em um mês emagreci 2 quilos e reduzi em 4 cm minha circunferência abdominal, certo que ainda falta muito, mas não vou desistir. Tenho que perder mais 16 cm de barriga, uma qualidade que tenho é DETERMINAÇÃO, não desisto fácil das coisas que me proponho a fazer. É isso, espero que daqui a poucos meses volte aqui e conte pra vocês que alcancei meu objetivo, uma barriguinha de 75 cm ao invés de 91. Beijos!!!

quarta-feira, 8 de abril de 2015

PSICOTERAPIA

Primeira dica: Não falte às sessões e não esconda nada dele(a) ele(a) está aí pra te ajudar.
Não tenho palavras pra falar como são minhas sessões com minha psicológa, ela é um verdadeiro anjo, não é à toa que o nome dela é Angélica. Tenho certeza que foi providência divina ela entrar na minha vida. Tive duas psicólogas no decorrer do meu tratamento, porém a primeira não conseguia fazer eu me abrir, como acontece com a atual, acho que tenho um pouco de culpa nisso, já que não aceitava o tratamento, acho que também não favoreceu a falta de experiência dela, ela parecia ser recém formada, e acredito que em um caso sério como o meu seria necessário alguém mais experiente.
Com Dra. Angélica eu consigo realmente ter um encontro comigo mesma, e claro ela é uma excelente profissional. Sei que foi Deus quem realizou esse nosso encontro, a cada sessão aprendo mais e mais com ela, e comigo mesma. Me conheço muito mais, me amo cada vez mais, e como já disse, minha auto estima está se elevando a cada dia. Obrigada Senhor por ter colocado esse anjo em minha vida!

DEUS EM MINHA VIDA

O que falar de Deus, hoje posso dizer que estou renascendo para a vida, acredito eu que desde a minha adolescência tive depressão cheguei a ir a psicóloga mas não conseguia me abrir como acontece hoje. Sempre tive a auto estima baixa, achava que as pessoas não gostavam de mim, incluindo meu marido, achava que a qualquer momento ele ia me abandonar, e se abandonasse eu não suportaria, hoje graças a DEUS não tem mais esses pensamentos. Deus transformou minha vida, hoje minha auto estima se eleva a cada dia, não tenho duvida alguma que tudo de bom que está acontecendo em minha vida tem as mãos dele. A um ano tive a última crise de psicose, que Deus, isso eu não tenho duvida, fez cessar. Meus Deus como o senhor é maravilhoso, você que está passando por um momento difícil como esse que eu passei segure na mão de Deus, confie em nosso Senhor Jesus Cristo que ele vai lhe curar. Sinto que a minha cura está cada vez mais próxima, minhas sessões de psicoterapia só avançam, tenho plena convicção que tudo isso vai passar, como diz padre Reginaldo Manzotti: "A tempestade vai passar". Fiquem com Deus

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Como estou 1 ano e 2 meses depois

Meninas, estou bem melhor, ainda tomo os medicamentos, de três remédios que tomava anteriormente estou tomando dois. Fazem cinco meses que tive a última crise que, diferente das outras, não tive que ir ao hospital tomar medicação, graças a DEUS. Estou muito bem, voltei à rotina do dia-a-dia tomando conta de casa, do filho, sendo esposa. Uma coisa que estamos fazendo que antes não fazíamos é sair só nós dois sem o nosso filho, isso faz muito bem, em especial ao nosso casamento, super indico. Meu medo de ficar sozinha em casa praticamente acabou, não comentei aqui mas uma das sequelas era o meu medo de ficar só em casa, tinha medo de ter uma nova crise e acabar cometendo suicídio, já que nos auges das crises sempre pensava em cometê-lo. Hoje consigo ficar só em casa de vez em quando sem que o medo se aproxime. Às vezes tenho pensamentos negativos, mas é bem mais raro, já que antes eu tinha todo dia, quase o tempo todo. Bem é isso meninas, estou muito bem, não vejo a hora de parar de tomar medicação, voltar a tomar minhas cervejinhas, rsrsrsrs. Sim, fui à consulta com minha psiquiatra e ela me disse que era uma questão de tempo, que logo logo eu ia estar 100%, tenho fé em Deus que esse dia vai chegar. Espero comentários de vocês, gostaria muito de conhecer histórias de superação como a minha, sintam-se à vontade para comentarem no meu blog. Beijos.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Segundo filho

Estou com muita vontade de ter um segundo filho, mas ao mesmo tempo tenho medo de passar por tudo novamente. Mas prefiro acreditar que não vou ter depressão novamente, até porque já sei como cuidar de um bebê, já sei todas as fases, amamentação, cólicas, febre quando o dente está nascendo e todo o resto. E vocês estão pretendendo ter um segundo filho? ou querem parar por aí? Comentem. Beijos

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Diferença entre tristeza e depressão pós parto

É importante estabelecer essa diferença. A tristeza pós-parto é quase fisiológica. Dependendo da estatística, de 50% a 80% das mulheres apresentam certa tristeza, certa disforia e irritabilidade que têm início em geral no terceiro dia depois do parto, dura uma semana, dez, quinze dias no máximo, e desaparece espontaneamente. Já a depressão pós-parto começa algumas semanas depois do nascimento da criança e deixa a mulher incapacitada, com dificuldade de realizar as tarefas do dia a dia.

Quando procurar ajuda médica:

- Sua tristeza não passa duas semanas após o parto - Os sintomas de depressão ficam mais intensos - Sintomas de depressão aparecem a qualquer momento depois do parto, até meses mais tarde - Você tem dificuldade de executar tarefas domésticas ou profissionais - Você não consegue cuidar de você ou do bebê - Você pensa em se ferir ou ferir o bebê - Você desenvolve pensamentos que não são baseados na realidade ou começa a ouvir ou ver coisas que outras pessoas não veem - Não sinta medo de buscar ajuda imediatamente caso se sinta impotente e acredite que possa causar danos ao bebê.