- Procurar saber sobre os tratamentos disponíveis:
Não existe somente um tipo de cura para depressão, há casos em que uma simples conversa com um amigo dá resultado, já em outros o paciente chega a ser internado, enfim, procure ou peça a alguém de sua confiança, tipos de tratamento e faça uso do que mais se adeque as suas necessidades. - Ninguém melhor do que você para saber sobre a sua
depressão:Pare um pouco e analise a si mesmo(a) qual o motivo de sua
depressão.
É um evento interno ou externo que causou este incômodo em você?
É alguém de sua convivência ou conviveu que lhe deixa neste estado?
Etc. - Encontre o tratamento certo, mesmo que isso leve tempo:Nem sempre você se adapta ao primeiro psicólogo ou ao primeiro remédio, o importante é você ter paciência para encontrar a cura ideal para que o problema nunca mais retorne.
- Não fique preso(a) aos medicamentos:
Eu lhe digo que os medicamentos são sim importantes, mas geralmente eles são prescritos por um certo período, nunca deixe que a dependência o prenda a eles.
Procure um especialista ou um grande amigo ou parentes para conversar, não deixe que os remédios sejam os seus únicos companheiros. - Peça ajuda:
Não tenha vergonha do que está sentindo, pode ter certeza que muitas pessoas que conhece já passaram ou estão passando por isso.
Não sei se você é uma pessoa tímida ou muito orgulhosa, mas independente de seu jeito, não deixe de conversar com amigos de confiança e familiares, pai, mãe, irmão.
Caso estas pessoas não entendam o que você está sentindo e debochem de você não incomode-se e se possível explique como sente-se para que entendam que o problema é sério. - Tenha paciência:
Todo tratamento é prescrito para ser utilizado por um certo período, nunca pare os remédios antes do estipulado por seu médico, isso pode causar uma recaída e é muito pior que o primeiro contato com a doença; - Mude o seu estilo de vida:
Você já ouviu dizer que limpar o guarda roupas ou mudar os móveis de lugar deixa o ambiente mais leve?
Com a sua vida é a mesma coisa, as vezes a rotina pode estar causando a depressão em você, “Faça sempre as mesmas coisas e você obterá sempre os mesmos resultados”.Cuide você, vá ao parque com a família, separe um dia da semana para comer no Shopping, caso não possa, faça um prato diferente em casa mesmo, não precisa ser nada caro.
Faça exercícios, mude o corte do cabelo, deixe você ficar mais bonito(a).
Quem sou: Mãe, cristã, esposa, filha, profissional. Amo tudo o que faço e tudo o que tenho, amo minha família, depois da doença sou muito mais temente a Deus, dou mais valor à minha família, à vida. Criei este blog para ajudar pessoas que assim como eu tiveram essa doença.
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sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Como evitar a Depressão pós parto
Veja como evitar a depressão pós-parto com cuidados ainda no período de gestação. Veja abaixo quais são eles:
- Cuide do setor emocional como cuida do seu físico. Tenha cautela, paciência e também bastante empenho.
- Busque conversar sobre o que está se passando com você e verá como certas fantasias, emoções e desejos são comuns. Pode ser com seu médico, um psicoterapeuta ou com um grupo de gestantes.
- Aceite que a chegada do bebê trará mudanças e nem sempre saberá como fazer. Ficará atrapalhada, perdida, irritada e triste, mas nada disso quer dizer que você está doente ou não gosta dele.
- Não fique fechada dentro de casa ou se dedicando somente a pensamentos sobre o filho. Continue fazendo passeios, saindo com os amigos e conhecendo lugares e pessoas novas. Se mexa!
- Prepare o ambiente familiar e conjugal para as alterações que irão, inevitavelmente, acontecer na vida de todos. Converse bastante sobre como poderão reestruturar o cotidiano de cada um envolvido.
- Não se empenhe ou se preocupe em ser uma supermulher e uma mãe perfeita. Os recém-nascidos exigem muita dedicação, quase exclusiva, da mãe. Por essa razão, durante a gravidez não tente abraçar o mundo. Reduza seus compromissos o máximo possível, e não se esqueça da sua saúde, da boa alimentação, do descanso.
- Se tiver que realizar alguma mudança de casa, espere que passem os primeiros seis meses depois do parto. Não se agonie. Não se pode fazer tudo de uma vez. Cada coisa em seu momento.
- Aproxime-se de outos casais que estão esperando um filho, ou que tenham tido recentemente. O intercãmbio de experiências, de informações, e idéias, sempre é positivo. Além disso, poderá dispor de alguém com quem deixar seu filho quando precisar. Sempre é bom dispor de algum amigo a quem ajudar em caso de necessidade.
- Participe das aulas de pré-parto. É muito importante para você e seu marido. A informação dará a vocês mais segurança e conhecimento.
- Se alguma vez sofreu uma depressão, comente com seu médico sobre isso. É necessário estar atento a uma possível aparição de qualquer sinal de ocorrência de depressão pós-parto.
- Depois que seu bebê nascer, aproveite qualquer momento para descansar. Compartilhe, no que for possível, as tarefas domésticas e do cuidado com o bebê, com seu marido, e também com outras pessoas da família. Peça ajuda a todos.
- Não se abandone depois do parto. Deve alimentar-se bem. Dê prioridade ao leite, cereais, as frutas, vegetais, sucos, etc. Irá precisar de um grande consumo de vitamina nessa fase. Além disso, busque sempre um tempo, nem que seja 15 minutos por dia, para ler, deitar-se, falar no telefone com uma amiga, para banhar-se com tranquilidade, caminhar, etc.
- Encontre tempo para estar com seu marido. Não o abandone. Peça a alguém, de confiança, que fique com o bebê uma noite para que possam jantar juntos, ou ir ao cinema, ou tomar algo com os amigos. É importante que nem tudo gire em torno do bebê.
- Não seja muito crítica e exigente consigo mesma nem com seu marido. Evite situações que provoquem irritabilidade e cansaço demasiado. Evite as discussões. Não dê espaço a elas no seu dia.
- Quando puder deixar seu bebê com alguém, aproveite para relaxar dando um passeio à pé. Uma horinha de caminhada te fará sentir aliviada das tensões e preocupações.
- Não duvide em pedir ajuda quando precisar. Vá ao médico quantas vezes for necessário. Se notar algum sintoma de depressão, não se desespere, busque logo um médico. Ele te ajudará a controlar e a superar a depressão.
Quarentena: Mitos e verdades
Quarentena ou resguardo são nomes populares para designar o puerpério, etapa da vida da mamãe que começa depois do nascimento do bebê. Além dos cuidados com o novo membro da família, a mamãe precisa também cuidar da sua recuperação pós-gestação e pós-parto.
Existem verdades e mentiras em torno dessa fase. O ideal é procurar o seu médico obstetra e ter uma boa conversa para que todas as dúvidas sejam esclarecidas.
O puerpério pode ocorrer até a sexta ou oitava semana pós-parto, período onde os órgãos reprodutivos voltam totalmente ao seu estado normal, como o útero, que durante a gestação cresce 50 vezes o seu tamanho e precisa desse tempo para se recuperar.
A região onde a placenta se encontrava ficam pequenas feridas que se cicatrizam durante o puerpério. Se esse período não for respeitado, as feridas não cicatrizam e a mulher corre o risco de ter uma infecção. Febre é um sintoma de infecção. Se isso ocorrer, vá imediatamente ao médico, recomendação feita também caso o sangramento normal após o parto não diminuir até o 40º dia.
Vida de mamãe não é fácil - A episiotomia (corte entre o ânus e a vagina para facilitar a passagem do bebê) pode ser necessária durante o parto normal. São dados alguns pontinhos, portanto, a região pode ficar inchada e dolorida. Para aliviar o inchaço, é aconselhável colocar uma bolsa de gelo.
Se a dor aparecer na hora de ir ao banheiro, o médico pode indicar laxantes para facilitar as primeiras evacuações. Lembre-se, mamãe: a realização da higiene é mais do que necessária, fazendo um banho de assento com produtos recomendados pelo médico.
As atividades do dia-a-dia devem ser retomadas aos poucos; a mamãe precisa descansar. Dormir é essencial para evitar cansaço e irritação. Isso não quer dizer que necessite ficar deitada a quarentena inteira. Os exercícios que a mulher faz para sentar, levantar e andar estimulam a musculatura abdominal a voltar ao normal – depois de 15 dias a musculatura já recupera 70% da sua forma anterior.
Carregar peso, como o filhote mais velho, deve ser evitado pelo menos nos primeiros 30 dias.
Verdade ou mentira? - Dois mitos muito difundidos são que nesse período não há chances de engravidar e que não se deve lavar a cabeça. Quanta mentira. Embora a possibilidade engravidar possa estar reduzida por causa da amamentação, o risco existe, sim, e por isso a prevenção é necessária. E já no primeiro dia a mamãe pode lavar a cabeça.
Mais uma verdade: o cabelo cai devido à alteração da taxa de alguns hormônios da mulher nessa fase. Fique tranquila, é algo passageiro. Respeitando as transformações do seu corpo, o puerpério passará sem maiores transtornos e preocupações. E pensar que o papai não sofre nada disso. Pode?
Cuidados - A dor é o termômetro do esforço da mamãe. É a própria mulher quem vai impor o limite na sua vida diária. Normalmente, em 45 dias a mulher já faz os serviços de casa sem dificuldade. Exercícios físicos são proibidos. Nadar e caminhadas somente depois de 45 dias. Ginástica e corrida depois de dois meses e para os esportes coletivos deve-se esperar três meses.
O ato de dirigir um carro, pisando nos pedais, requer o trabalho da musculatura abdominal e do períneo (região entre o ânus e a vagina), prejudicando a cicatrização, e isso impede a mulher de dirigir no primeiro mês pós-parto.
Quanto tempo esperar para ter relações sexuais?
Outro impedimento no primeiro mês é o sexo. Os vasos do útero onde antes ficava a placenta estão abertos, como já comentado, e há risco de contaminação e infecção. O atrito do pênis durante a penetração também causa dor. O sexo deve começar devagar e gradualmente.
"O Estranho em Mim" - filme sobre a DPP
O filme “O Estranho em Mim”, sobre depressão pós-parto, teve a pré-estreia na Mostra Internacional de Cinema, em São Paulo, na segunda-feira (2) e foi seguida de uma palestra com especialistas sobre o problema, que afeta tantas mulheres após o nascimento do filho. A iniciativa é do CineMaterna, associação que promove sessões de cinema para mães.
O filme conta história de um jovem casal que, com o nascimento do primeiro filho, se depara com a impotência e desespero diante do estranhamento da esposa com o bebê. A diretora, Emily Atef, ganhou o prêmio de melhor filme na Competição de Novos Diretores da 32ª Mostra Internacional em São Paulo/2008, e comenta que buscou relatar o retrato pessoal de uma mulher que cai em uma crise profunda, afetando a vida de todos que a cercam. O filme alemão ganhou também o prêmio de melhor atriz para Susanne Wolff, protagonista do filme.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Tipos e causas da Depressão
Há dois tipos de depressão: monopolar (não é um termo usado
oficialmente) e a depressão bipolar (este termo é oficial). A depressão bipolar
se caracteriza pelo transtorno afetivo, ou seja, a alternância de fases
deprimidas com maníacas, de exaltação, alegria ou irritação do humor. A
depressão monopolar só tem fases depressivas.
Eventos estressantes como perda de pessoa querida, perda de emprego, mudança de habitação contra vontade, doença grave e pequenas contrariedades, ainda não são considerados fortes suficientes para desencadear depressão. Porém, em pessoas que têm a tendência genética, esses fatores podem se transformar em depressão. Além disso, alguns medicamentos, como os remédios para pressão alta, podem causar depressão. O álcool e algumas drogas ilegais podem piorar a depressão.
Causas
A causa exata da depressão permanece desconhecida. A explicação mais correta é o desequilíbrio bioquímico dos neurônios responsáveis pelo controle do estado de humor. Em nosso cérebro existem mensageiros químicos chamados neuro-transmissores que ajudam a controlar as emoções. Os dois mensageiros principais são a serotonina e a norepinefrina. Os níveis aumentam ou diminuem, mudando nossas emoções. Quando os neuro-transmissores encontram-se em equilíbrio, sentimos a emoção certa para cada ocasião. Quando alguém está deprimido, os mensageiros químicos não estão em equilíbrio. Mas isso ocorre em algumas pessoas e não em outras. Sendo que em certas famílias é mais freqüente. Por isso, a tendência genética ainda é alvo de estudos para que se encontre a causa da depressão.Eventos estressantes como perda de pessoa querida, perda de emprego, mudança de habitação contra vontade, doença grave e pequenas contrariedades, ainda não são considerados fortes suficientes para desencadear depressão. Porém, em pessoas que têm a tendência genética, esses fatores podem se transformar em depressão. Além disso, alguns medicamentos, como os remédios para pressão alta, podem causar depressão. O álcool e algumas drogas ilegais podem piorar a depressão.
Dicas para vencer a Depressão pós parto
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Teste da depressão
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segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Dicas para os maridos
1. Reconheça que sua esposa não tem culpa de estar com depressão pós-parto. Se o quadro persistir, coopere na recuperação dela procurando a ajuda de um médico que entenda o problema e que seja compreensivo.
2. Ouça com paciência o que ela tem a dizer. Procure compreender seus sentimentos. Não se irrite se nada está bom para ela. Com bondade, ajude-a a ver o lado bom das coisas e assegure-lhe que vai melhorar. Não presuma que tenha de resolver todos os problemas que ela menciona. Ela talvez esteja precisando apenas de consolo, não de respostas lógicas. (1 Tessalonicenses 5:14) Lembre-se de que a mulher com depressão pós-parto tem dificuldade de raciocinar de forma lógica e clara.
3. Reduza atividades não-essenciais para ter mais tempo para ela. Isso pode acelerar a recuperação.
4. Reserve um tempo para você. É importante que esteja bem física, mental e espiritualmente para poder apoiar sua esposa.
5. Fale com alguém que o encoraje, de preferência um homem maduro cuja esposa também teve depressão pós-parto.
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