- Procurar saber sobre os tratamentos disponíveis:
Não existe somente um tipo de cura para depressão, há casos em que uma simples conversa com um amigo dá resultado, já em outros o paciente chega a ser internado, enfim, procure ou peça a alguém de sua confiança, tipos de tratamento e faça uso do que mais se adeque as suas necessidades. - Ninguém melhor do que você para saber sobre a sua
depressão:Pare um pouco e analise a si mesmo(a) qual o motivo de sua
depressão.
É um evento interno ou externo que causou este incômodo em você?
É alguém de sua convivência ou conviveu que lhe deixa neste estado?
Etc. - Encontre o tratamento certo, mesmo que isso leve tempo:Nem sempre você se adapta ao primeiro psicólogo ou ao primeiro remédio, o importante é você ter paciência para encontrar a cura ideal para que o problema nunca mais retorne.
- Não fique preso(a) aos medicamentos:
Eu lhe digo que os medicamentos são sim importantes, mas geralmente eles são prescritos por um certo período, nunca deixe que a dependência o prenda a eles.
Procure um especialista ou um grande amigo ou parentes para conversar, não deixe que os remédios sejam os seus únicos companheiros. - Peça ajuda:
Não tenha vergonha do que está sentindo, pode ter certeza que muitas pessoas que conhece já passaram ou estão passando por isso.
Não sei se você é uma pessoa tímida ou muito orgulhosa, mas independente de seu jeito, não deixe de conversar com amigos de confiança e familiares, pai, mãe, irmão.
Caso estas pessoas não entendam o que você está sentindo e debochem de você não incomode-se e se possível explique como sente-se para que entendam que o problema é sério. - Tenha paciência:
Todo tratamento é prescrito para ser utilizado por um certo período, nunca pare os remédios antes do estipulado por seu médico, isso pode causar uma recaída e é muito pior que o primeiro contato com a doença; - Mude o seu estilo de vida:
Você já ouviu dizer que limpar o guarda roupas ou mudar os móveis de lugar deixa o ambiente mais leve?
Com a sua vida é a mesma coisa, as vezes a rotina pode estar causando a depressão em você, “Faça sempre as mesmas coisas e você obterá sempre os mesmos resultados”.Cuide você, vá ao parque com a família, separe um dia da semana para comer no Shopping, caso não possa, faça um prato diferente em casa mesmo, não precisa ser nada caro.
Faça exercícios, mude o corte do cabelo, deixe você ficar mais bonito(a).
Quem sou: Mãe, cristã, esposa, filha, profissional. Amo tudo o que faço e tudo o que tenho, amo minha família, depois da doença sou muito mais temente a Deus, dou mais valor à minha família, à vida. Criei este blog para ajudar pessoas que assim como eu tiveram essa doença.
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quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Como estou 1 ano e 2 meses depois
Meninas, estou bem melhor, ainda tomo os medicamentos, de três remédios que tomava anteriormente estou tomando dois. Fazem cinco meses que tive a última crise que, diferente das outras, não tive que ir ao hospital tomar medicação, graças a DEUS. Estou muito bem, voltei à rotina do dia-a-dia tomando conta de casa, do filho, sendo esposa.
Uma coisa que estamos fazendo que antes não fazíamos é sair só nós dois sem o nosso filho, isso faz muito bem, em especial ao nosso casamento, super indico. Meu medo de ficar sozinha em casa praticamente acabou, não comentei aqui mas uma das sequelas era o meu medo de ficar só em casa, tinha medo de ter uma nova crise e acabar cometendo suicídio, já que nos auges das crises sempre pensava em cometê-lo. Hoje consigo ficar só em casa de vez em quando sem que o medo se aproxime. Às vezes tenho pensamentos negativos, mas é bem mais raro, já que antes eu tinha todo dia, quase o tempo todo. Bem é isso meninas, estou muito bem, não vejo a hora de parar de tomar medicação, voltar a tomar minhas cervejinhas, rsrsrsrs. Sim, fui à consulta com minha psiquiatra e ela me disse que era uma questão de tempo, que logo logo eu ia estar 100%, tenho fé em Deus que esse dia vai chegar. Espero comentários de vocês, gostaria muito de conhecer histórias de superação como a minha, sintam-se à vontade para comentarem no meu blog. Beijos.
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Segundo filho
Estou com muita vontade de ter um segundo filho, mas ao mesmo tempo tenho medo de passar por tudo novamente. Mas prefiro acreditar que não vou ter depressão novamente, até porque já sei como cuidar de um bebê, já sei todas as fases, amamentação, cólicas, febre quando o dente está nascendo e todo o resto. E vocês estão pretendendo ter um segundo filho? ou querem parar por aí? Comentem. Beijos
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Diferença entre tristeza e depressão pós parto
É importante estabelecer essa diferença. A tristeza pós-parto é quase fisiológica. Dependendo da estatística, de 50% a 80% das mulheres apresentam certa tristeza, certa disforia e irritabilidade que têm início em geral no terceiro dia depois do parto, dura uma semana, dez, quinze dias no máximo, e desaparece espontaneamente. Já a depressão pós-parto começa algumas semanas depois do nascimento da criança e deixa a mulher incapacitada, com dificuldade de realizar as tarefas do dia a dia.
Quando procurar ajuda médica:
- Sua tristeza não passa duas semanas após o parto
- Os sintomas de depressão ficam mais intensos
- Sintomas de depressão aparecem a qualquer momento depois do parto, até meses mais tarde
- Você tem dificuldade de executar tarefas domésticas ou profissionais
- Você não consegue cuidar de você ou do bebê
- Você pensa em se ferir ou ferir o bebê
- Você desenvolve pensamentos que não são baseados na realidade ou começa a ouvir ou ver coisas que outras pessoas não veem
- Não sinta medo de buscar ajuda imediatamente caso se sinta impotente e acredite que possa causar danos ao bebê.
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Como evitar a Depressão pós parto
Veja como evitar a depressão pós-parto com cuidados ainda no período de gestação. Veja abaixo quais são eles:
- Cuide do setor emocional como cuida do seu físico. Tenha cautela, paciência e também bastante empenho.
- Busque conversar sobre o que está se passando com você e verá como certas fantasias, emoções e desejos são comuns. Pode ser com seu médico, um psicoterapeuta ou com um grupo de gestantes.
- Aceite que a chegada do bebê trará mudanças e nem sempre saberá como fazer. Ficará atrapalhada, perdida, irritada e triste, mas nada disso quer dizer que você está doente ou não gosta dele.
- Não fique fechada dentro de casa ou se dedicando somente a pensamentos sobre o filho. Continue fazendo passeios, saindo com os amigos e conhecendo lugares e pessoas novas. Se mexa!
- Prepare o ambiente familiar e conjugal para as alterações que irão, inevitavelmente, acontecer na vida de todos. Converse bastante sobre como poderão reestruturar o cotidiano de cada um envolvido.
- Não se empenhe ou se preocupe em ser uma supermulher e uma mãe perfeita. Os recém-nascidos exigem muita dedicação, quase exclusiva, da mãe. Por essa razão, durante a gravidez não tente abraçar o mundo. Reduza seus compromissos o máximo possível, e não se esqueça da sua saúde, da boa alimentação, do descanso.
- Se tiver que realizar alguma mudança de casa, espere que passem os primeiros seis meses depois do parto. Não se agonie. Não se pode fazer tudo de uma vez. Cada coisa em seu momento.
- Aproxime-se de outos casais que estão esperando um filho, ou que tenham tido recentemente. O intercãmbio de experiências, de informações, e idéias, sempre é positivo. Além disso, poderá dispor de alguém com quem deixar seu filho quando precisar. Sempre é bom dispor de algum amigo a quem ajudar em caso de necessidade.
- Participe das aulas de pré-parto. É muito importante para você e seu marido. A informação dará a vocês mais segurança e conhecimento.
- Se alguma vez sofreu uma depressão, comente com seu médico sobre isso. É necessário estar atento a uma possível aparição de qualquer sinal de ocorrência de depressão pós-parto.
- Depois que seu bebê nascer, aproveite qualquer momento para descansar. Compartilhe, no que for possível, as tarefas domésticas e do cuidado com o bebê, com seu marido, e também com outras pessoas da família. Peça ajuda a todos.
- Não se abandone depois do parto. Deve alimentar-se bem. Dê prioridade ao leite, cereais, as frutas, vegetais, sucos, etc. Irá precisar de um grande consumo de vitamina nessa fase. Além disso, busque sempre um tempo, nem que seja 15 minutos por dia, para ler, deitar-se, falar no telefone com uma amiga, para banhar-se com tranquilidade, caminhar, etc.
- Encontre tempo para estar com seu marido. Não o abandone. Peça a alguém, de confiança, que fique com o bebê uma noite para que possam jantar juntos, ou ir ao cinema, ou tomar algo com os amigos. É importante que nem tudo gire em torno do bebê.
- Não seja muito crítica e exigente consigo mesma nem com seu marido. Evite situações que provoquem irritabilidade e cansaço demasiado. Evite as discussões. Não dê espaço a elas no seu dia.
- Quando puder deixar seu bebê com alguém, aproveite para relaxar dando um passeio à pé. Uma horinha de caminhada te fará sentir aliviada das tensões e preocupações.
- Não duvide em pedir ajuda quando precisar. Vá ao médico quantas vezes for necessário. Se notar algum sintoma de depressão, não se desespere, busque logo um médico. Ele te ajudará a controlar e a superar a depressão.
Quarentena: Mitos e verdades
Quarentena ou resguardo são nomes populares para designar o puerpério, etapa da vida da mamãe que começa depois do nascimento do bebê. Além dos cuidados com o novo membro da família, a mamãe precisa também cuidar da sua recuperação pós-gestação e pós-parto.
Existem verdades e mentiras em torno dessa fase. O ideal é procurar o seu médico obstetra e ter uma boa conversa para que todas as dúvidas sejam esclarecidas.
O puerpério pode ocorrer até a sexta ou oitava semana pós-parto, período onde os órgãos reprodutivos voltam totalmente ao seu estado normal, como o útero, que durante a gestação cresce 50 vezes o seu tamanho e precisa desse tempo para se recuperar.
A região onde a placenta se encontrava ficam pequenas feridas que se cicatrizam durante o puerpério. Se esse período não for respeitado, as feridas não cicatrizam e a mulher corre o risco de ter uma infecção. Febre é um sintoma de infecção. Se isso ocorrer, vá imediatamente ao médico, recomendação feita também caso o sangramento normal após o parto não diminuir até o 40º dia.
Vida de mamãe não é fácil - A episiotomia (corte entre o ânus e a vagina para facilitar a passagem do bebê) pode ser necessária durante o parto normal. São dados alguns pontinhos, portanto, a região pode ficar inchada e dolorida. Para aliviar o inchaço, é aconselhável colocar uma bolsa de gelo.
Se a dor aparecer na hora de ir ao banheiro, o médico pode indicar laxantes para facilitar as primeiras evacuações. Lembre-se, mamãe: a realização da higiene é mais do que necessária, fazendo um banho de assento com produtos recomendados pelo médico.
As atividades do dia-a-dia devem ser retomadas aos poucos; a mamãe precisa descansar. Dormir é essencial para evitar cansaço e irritação. Isso não quer dizer que necessite ficar deitada a quarentena inteira. Os exercícios que a mulher faz para sentar, levantar e andar estimulam a musculatura abdominal a voltar ao normal – depois de 15 dias a musculatura já recupera 70% da sua forma anterior.
Carregar peso, como o filhote mais velho, deve ser evitado pelo menos nos primeiros 30 dias.
Verdade ou mentira? - Dois mitos muito difundidos são que nesse período não há chances de engravidar e que não se deve lavar a cabeça. Quanta mentira. Embora a possibilidade engravidar possa estar reduzida por causa da amamentação, o risco existe, sim, e por isso a prevenção é necessária. E já no primeiro dia a mamãe pode lavar a cabeça.
Mais uma verdade: o cabelo cai devido à alteração da taxa de alguns hormônios da mulher nessa fase. Fique tranquila, é algo passageiro. Respeitando as transformações do seu corpo, o puerpério passará sem maiores transtornos e preocupações. E pensar que o papai não sofre nada disso. Pode?
Cuidados - A dor é o termômetro do esforço da mamãe. É a própria mulher quem vai impor o limite na sua vida diária. Normalmente, em 45 dias a mulher já faz os serviços de casa sem dificuldade. Exercícios físicos são proibidos. Nadar e caminhadas somente depois de 45 dias. Ginástica e corrida depois de dois meses e para os esportes coletivos deve-se esperar três meses.
O ato de dirigir um carro, pisando nos pedais, requer o trabalho da musculatura abdominal e do períneo (região entre o ânus e a vagina), prejudicando a cicatrização, e isso impede a mulher de dirigir no primeiro mês pós-parto.
Quanto tempo esperar para ter relações sexuais?
Outro impedimento no primeiro mês é o sexo. Os vasos do útero onde antes ficava a placenta estão abertos, como já comentado, e há risco de contaminação e infecção. O atrito do pênis durante a penetração também causa dor. O sexo deve começar devagar e gradualmente.
"O Estranho em Mim" - filme sobre a DPP
O filme “O Estranho em Mim”, sobre depressão pós-parto, teve a pré-estreia na Mostra Internacional de Cinema, em São Paulo, na segunda-feira (2) e foi seguida de uma palestra com especialistas sobre o problema, que afeta tantas mulheres após o nascimento do filho. A iniciativa é do CineMaterna, associação que promove sessões de cinema para mães.
O filme conta história de um jovem casal que, com o nascimento do primeiro filho, se depara com a impotência e desespero diante do estranhamento da esposa com o bebê. A diretora, Emily Atef, ganhou o prêmio de melhor filme na Competição de Novos Diretores da 32ª Mostra Internacional em São Paulo/2008, e comenta que buscou relatar o retrato pessoal de uma mulher que cai em uma crise profunda, afetando a vida de todos que a cercam. O filme alemão ganhou também o prêmio de melhor atriz para Susanne Wolff, protagonista do filme.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Tipos e causas da Depressão
Há dois tipos de depressão: monopolar (não é um termo usado
oficialmente) e a depressão bipolar (este termo é oficial). A depressão bipolar
se caracteriza pelo transtorno afetivo, ou seja, a alternância de fases
deprimidas com maníacas, de exaltação, alegria ou irritação do humor. A
depressão monopolar só tem fases depressivas.
Eventos estressantes como perda de pessoa querida, perda de emprego, mudança de habitação contra vontade, doença grave e pequenas contrariedades, ainda não são considerados fortes suficientes para desencadear depressão. Porém, em pessoas que têm a tendência genética, esses fatores podem se transformar em depressão. Além disso, alguns medicamentos, como os remédios para pressão alta, podem causar depressão. O álcool e algumas drogas ilegais podem piorar a depressão.
Causas
A causa exata da depressão permanece desconhecida. A explicação mais correta é o desequilíbrio bioquímico dos neurônios responsáveis pelo controle do estado de humor. Em nosso cérebro existem mensageiros químicos chamados neuro-transmissores que ajudam a controlar as emoções. Os dois mensageiros principais são a serotonina e a norepinefrina. Os níveis aumentam ou diminuem, mudando nossas emoções. Quando os neuro-transmissores encontram-se em equilíbrio, sentimos a emoção certa para cada ocasião. Quando alguém está deprimido, os mensageiros químicos não estão em equilíbrio. Mas isso ocorre em algumas pessoas e não em outras. Sendo que em certas famílias é mais freqüente. Por isso, a tendência genética ainda é alvo de estudos para que se encontre a causa da depressão.Eventos estressantes como perda de pessoa querida, perda de emprego, mudança de habitação contra vontade, doença grave e pequenas contrariedades, ainda não são considerados fortes suficientes para desencadear depressão. Porém, em pessoas que têm a tendência genética, esses fatores podem se transformar em depressão. Além disso, alguns medicamentos, como os remédios para pressão alta, podem causar depressão. O álcool e algumas drogas ilegais podem piorar a depressão.
Dicas para vencer a Depressão pós parto
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Teste da depressão
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http://hypescience.com/tratamento-simples-depressao-se-cura-com-positividade/
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segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Dicas para os maridos
1. Reconheça que sua esposa não tem culpa de estar com depressão pós-parto. Se o quadro persistir, coopere na recuperação dela procurando a ajuda de um médico que entenda o problema e que seja compreensivo.
2. Ouça com paciência o que ela tem a dizer. Procure compreender seus sentimentos. Não se irrite se nada está bom para ela. Com bondade, ajude-a a ver o lado bom das coisas e assegure-lhe que vai melhorar. Não presuma que tenha de resolver todos os problemas que ela menciona. Ela talvez esteja precisando apenas de consolo, não de respostas lógicas. (1 Tessalonicenses 5:14) Lembre-se de que a mulher com depressão pós-parto tem dificuldade de raciocinar de forma lógica e clara.
3. Reduza atividades não-essenciais para ter mais tempo para ela. Isso pode acelerar a recuperação.
4. Reserve um tempo para você. É importante que esteja bem física, mental e espiritualmente para poder apoiar sua esposa.
5. Fale com alguém que o encoraje, de preferência um homem maduro cuja esposa também teve depressão pós-parto.
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Conselhos para mulheres com depressão pós parto
1- Fale sobre seus sentimentos, dos seus medos, de suas angústias para alguém.
2- Busque momentos de descanso, momentos para não fazer absolutamente nada.
3- Faça um diário. Conte nele tudo o que sente, e fale de sua própria evolução.
4- Não dê passos para trás, se por acaso você se despertar sem vontade de fazer nada. Não se desespere. Respeite a si mesma. Se nesse dia não pôde fazer o que havia proposto, relaxe e respire fundo. Amanhã o fará.
5- Seja honesta consigo mesma. Não faça o que não conseguir fazer. Fale com seu esposo e busque ajuda.
6- Vá ao médico se for necessário.
7- Tente não estar sozinha durante todos os dias. Faça esforço para ficar com seus amigos ou reunir-se com sua família.
8- Aceite todas as ajudas que lhe oferecerem. Ninguém é perfeito.
9- Esqueça-se de manter a casa sempre em ordem. Faça o que for possível e tudo bem.
10- Evite todo tipo de esforço que provoque cansaço em você. A fadiga pode piorar a depressão.
11- Alimente-se devidamente.
12- Faça exercício físico. O que gosta ou o que pintar.
terça-feira, 8 de julho de 2014
Sintomas da depressão pós parto
Os sintomas de depressão pós-parto podem surgir logo após o parto, ou até um ano após o nascimento do bebê, e geralmente incluem:
- Tristeza constante;
- Sentimento de culpa;
- Baixa auto-estima;
- Desânimo e cansaço extremo;
- Pouco interesse pelo bebê;
- Incapacidade para cuidar de si e do bebê;
- Medo de ficar sozinha;
- Falta de apetite;
- Falta de prazer nas atividades diárias;
- Insônia;
Nos primeiros dias e até ao primeiro mês de vida do bebê, é normal que a mulher apresente alguns destes sintomas, pois a mãe necessita de tempo para se adaptar às necessidades do bebê e às mudanças na sua vida.
Porém, quando os sintomas de depressão pós-parto se mantêm por 6 meses, ou mais, é aconselhável consultar um psiquiatra para avaliar a situação e iniciar o tratamento adequado.
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Sugestões para elevar a auto estima
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Psicose puerperal
Também chamada de psicose pós parto é um exemplo de transtorno psicótico não especificado que ocorre na mulher que teve um bebê recentemente.
Esta síndrome é geralmente caracterizada por depressão materna, delírios e pensamentos de machucar a si mesmo e ao bebê.
Tanto a ideação suicida quanto a homicida devem ser cautelosamente monitoradas. Embora raras, algumas mães têm cometido tais atos. Os dados mais robustos sugerem uma estreita relação entre psicose pós-parto e transtornos do humor, particularmente transtorno bipolar e depressão maior.
A incidência de psicose puerperal é de 1 a 2 por 1000 nascimentos. De 50 a 60% das mulheres acometidas tiveram seu primeiro filho e aproximadamente 50% dos casos envolvem partos sem complicação Peri-natal.
50% das mulheres afetadas têm uma história familiar de transtorno do humor.
As evidências estatísticas indicam que um episodio de psicose puerperal é essencialmente um episódio de transtorno do humor, geralmente bipolar, mas podendo também ser um transtorno depressivo maior (unipolar).
Dois terços das pacientes têm um segundo episódio de transtorno do humor no ano seguinte ao nascimento do bebê.
O processo do parto pode ser melhor visto como um stress não específico que causa o desenvolvimento de um episodio depressivo maior do humor, talvez devido a alterações hormonais.
Os sintomas de psicose puerperal podem se iniciar em dias após o parto, embora a média de inicio seja em 2 a 3 semanas e quase sempre dentro de 8 semanas após o parto.
Tipicamente, as pacientes começam a se tornar cansadas, com insônia irritadas, podendo apresentar choro fácil e labilidade emocional.
Mais tarde, de modo insidioso, idéias confusas, incoerência do pensamento, estados de irracionalidade e pensamentos obsessivos sobre a saúde do bebê podem aparecer. O delírio pode envolver a idéia de que o bebê está morto ou doente.
As pacientes podem negar o nascimento do neném e expressar pensamentos de não serem casadas, de serem virgens, perseguidas, influenciadas ou perversas. Alucinações com conteúdo similar podem envolver vozes, dizendo à paciente para matar ao bebê e a si mesma. Ordens para não se mexer , parar ou caminhar (vozes de comando) são comuns.
O início da psicose com sintomas floridos é geralmente precedido de sinais prodrômicos(antecipatórios ) como insônia, irritabilidade, agitação psicomotora, labilidade emocional e déficits cognitivos moderados (principalmente de memória).
Uma vez desencadeada a psicose, a paciente pode ficar perigosa para si ou para o recém-nascido, dependendo do conteúdo de seu sistema delirante e grau de agitação.
Em um estudo 5% das pacientes cometem suicídio e 4% cometem infanticídio. Um bom prognóstico está relacionado com um bom funcionamento pré-mórbido e suporte familiar.
Gestações subseqüentes estão associadascom risco aumentado de novos episódios, em mais de 50% dos casos.
Como em toda psicose, devem ser descartadas outras causas orgânicas: hipotiroidismo, Cushing, psicose induzida por farmacos (pentazocine-talwin- medicação para dor) ou antidepressivos durante a gravidez. Outras causas são: infecções, toxemia e neoplasia – de psicose orgânica.
A psicose puerperal é uma emergência psiquiátrica. Medicação anti-psicótica e Carbonato de Litio, geralmente combinados com um antidepressivo são as medicações de escolha.
Poucos medicamentos deve ser prescritos a mulheres amamentatndo. Pacientes suicidas podem requerer transferência para uma unidade psiquiátrica para prevenção de suicídio.
As mães geralmente melhoram com o contato com a criança, se assim o desejarem, mas as visitas devem ser supervisionadas de perto, especialmente se a mãe já falou em machucar a criança.
A Psicoterapia é indicada depois do período agudo de psicose e a terapia é geralmente direcionada para ajudar a paciente a aceitar a maternidade e suas mudanças.
Mudanças de fatores ambientais também são fundamentais como aumento do suporte pelo marido e outros familiares. A maioria dos estudos mostra altas taxas de recorrência da doença.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Homens também podem ter DPP
Transtorno é mais comum em pais de primeira viagem. Saiba avaliar os sintomas
A tristeza paterna, que dá as caras logo depois que o bebê nasce, tem nome e sigla. Trata-se da depressão pós-parto, ou DPP, como preferem chamar os especialistas. Muita gente não sabe, mas essa vilã, que acomete 15 em cada 100 mulheres, também tira o sono dos homens. Pior: ela manda embora a disposição, o apetite, o prazer e a alegria de ser pai.
É claro que esse mal não aparece à toa. “Tudo começa depois do nascimento da criança, quando o casal está se adaptando a um novo ritmo de vida e enfrentando os desafios de ver a família crescer”, afirma João Bortoletti Filho, ginecologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Paulo. É essa a fase em que várias perguntas passam pela cabeça dos homens: será que vou ser um bom pai? Como educar meu filho? Será que ele vai gostar de mim? “Esse tipo de preocupação pode dar um empurrãozinho para o estresse e a ansiedade”, diz o médico. E estresse, ansiedade, inseguranças, medos... Quando tudo isso foge ao controle, a depressão pode entrar em cena.
A DPP é mais comum entre os pais de primeira viagem ou que não estavam preparados a chegada de um bebê. “As mudanças trazidas pela paternidade têm um impacto maior para esses homens”, observa Florence Kerr-Corrêia, professora de psiquiatria da Universidade Estadual Paulista, em Botucatu, no interior de São Paulo. Assim, os especialistas aconselham que os candidatos a papai acompanhem, ao lado da mulher, cada etapa da gravidez. “É na rotina de exames do pré-natal, nas conversas com médicos e outros pais que eles, sem perceber, vão se preparar para o que vem pela frente”, lembra.
Há ainda o caso de homens que sofrem do problema depois que as mulheres apresentam a depressão pós-parto. Mas, calma lá, não é a melancolia delas que contagia o companheiro. “Acontece que, de uma hora para outra, ele passa a ser cobrado ainda mais, porque precisa cuidar da mulher que passa por uma situação delicada. Sem contar o bebê, que passa a exigir atenção redobrada”, conta Marco Antônio Brasil, chefe do serviço de psicologia e psiquiatria do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, no Rio de Janeiro. Essa sobrecarga, segundo o especialista, leva a um efeito dominó pra lá de negativo, que pode culminar na depressão.
Para os homens com DPP, vale a mesma orientação dada às mulheres: conversar com um especialista ao perceber os sintomas. O tratamento depende do grau do problema e pode incluir ou não o uso de medicamentos. Nem sempre o diagnóstico, no entanto, será depressão. “Às vezes, pode ser uma tristeza passageira ou a sensação de que ele foi deixado de lado pela mulher, que é só cuidados com o recém-nascido”, diz Florence. Nesse caso, o recomendado é abrir o jogo com a companheira e, depois, arregaçar as mangas – trocar fraldas, dar banho, brincar com o bebê. Em outras palavras, curtir, de coração aberto, a grande aventura de ser pai e dar um “xô!” na melancolia.
O que posso fazer por mim mesma?
Tente manter uma alimentação saudável. Caso não tenha apetite, procure fazer pequenas refeições regularmente -- o café da manhã é especialmente importante. Consuma alimentos ricos em energia, como pães, cereais, macarrão e arroz, além de muitas frutas e verduras. Não há nada de errado em comer chocolate, se este for o seu desejo, mas só não exagere na dose.
Descanse bastante. Durma, se conseguir, ou simplesmente relaxe. Se alguém puder cuidar do bebê para você, aproveite para tirar uma soneca durante o dia ou escolha uma boa leitura e curta alguns momentos de preguiça.
Não seja dura consigo mesma. Você está doente e precisa de tempo e espaço para se recuperar. Não se sobrecarregue de tarefas domésticas que não sejam urgentes e adie as "grandes" decisões por enquanto. Permita-se alguns mimos e, aos poucos, você sentirá a diferença.
http://brasil.babycenter.com/a2100162/depress%C3%A3o-p%C3%B3s-parto#section5#ixzz36KwK6PA5
Tente manter uma alimentação saudável. Caso não tenha apetite, procure fazer pequenas refeições regularmente -- o café da manhã é especialmente importante. Consuma alimentos ricos em energia, como pães, cereais, macarrão e arroz, além de muitas frutas e verduras. Não há nada de errado em comer chocolate, se este for o seu desejo, mas só não exagere na dose.
Descanse bastante. Durma, se conseguir, ou simplesmente relaxe. Se alguém puder cuidar do bebê para você, aproveite para tirar uma soneca durante o dia ou escolha uma boa leitura e curta alguns momentos de preguiça.
Não seja dura consigo mesma. Você está doente e precisa de tempo e espaço para se recuperar. Não se sobrecarregue de tarefas domésticas que não sejam urgentes e adie as "grandes" decisões por enquanto. Permita-se alguns mimos e, aos poucos, você sentirá a diferença.
http://brasil.babycenter.com/a2100162/depress%C3%A3o-p%C3%B3s-parto#section5#ixzz36KwK6PA5
Tratamento para a Depressão pós parto
Remédios
Existem certos remédios que realmente podem ajudar num quadro de depressão pós-parto. Muitas pessoas acreditam erroneamente que antidepressivos provoquem dependência, o que não é verdade. O principal problema de tais remédios é que muita gente não os toma da maneira correta.
Esse tipo de tratamento exige disciplina com horários e costuma levar algumas semanas para fazer efeito. Não desista por achar que ele não está melhorando em nada sua situação. Lembre-se de que demora um pouco para que seu corpo se adapte à medicação, e tenha em mente que às vezes a dose ou o tipo do remédio precisam de ajustes conforme a reação do organismo. Não interrompa o tratamento sem conversar com seu médico antes, mesmo se achar que já está melhor, porque a depressão pode voltar de repente.
Também não se preocupe se estiver amamentando, já que há no mercado remédios compatíveis com o aleitamento materno.
Terapia
Conversar com alguém treinado para lidar com o que você está sentindo pode ser de grande ajuda. Muitas vezes somente a terapia já é suficiente para reverter o quadro, embora, muitas vezes, haja também a necessidade de associar ao tratamento algum tipo de medicação (que só pode ser prescrita por médicos). Não se intimide em procurar ajuda especializada e encare isso como um ato de amor pelo seu bebê, para que você possa ser de fato a mãe que sempre sonhou ser.
http://brasil.babycenter.com/a2100162/depress%C3%A3o-p%C3%B3s-parto#section5#ixzz36Ku8atpD
Remédios
Existem certos remédios que realmente podem ajudar num quadro de depressão pós-parto. Muitas pessoas acreditam erroneamente que antidepressivos provoquem dependência, o que não é verdade. O principal problema de tais remédios é que muita gente não os toma da maneira correta.
Esse tipo de tratamento exige disciplina com horários e costuma levar algumas semanas para fazer efeito. Não desista por achar que ele não está melhorando em nada sua situação. Lembre-se de que demora um pouco para que seu corpo se adapte à medicação, e tenha em mente que às vezes a dose ou o tipo do remédio precisam de ajustes conforme a reação do organismo. Não interrompa o tratamento sem conversar com seu médico antes, mesmo se achar que já está melhor, porque a depressão pode voltar de repente.
Também não se preocupe se estiver amamentando, já que há no mercado remédios compatíveis com o aleitamento materno.
Terapia
Conversar com alguém treinado para lidar com o que você está sentindo pode ser de grande ajuda. Muitas vezes somente a terapia já é suficiente para reverter o quadro, embora, muitas vezes, haja também a necessidade de associar ao tratamento algum tipo de medicação (que só pode ser prescrita por médicos). Não se intimide em procurar ajuda especializada e encare isso como um ato de amor pelo seu bebê, para que você possa ser de fato a mãe que sempre sonhou ser.
http://brasil.babycenter.com/a2100162/depress%C3%A3o-p%C3%B3s-parto#section5#ixzz36Ku8atpD
O que é a Depressão pós parto e seus sintomas
Mais da metade das mamães depois do parto, entre o segundo e quarto dia, sentem-se mais sensíveis e cansadas, com uma tristeza sem motivo, choro fácil, irritabilidade e um sentimento de incapacidade de cuidar do filho, da casa e do marido. São sintomas que não interferem nas atividades e tarefas do dia-a-dia da mamãe e no seu relacionamento com as outras pessoas.
Diante daquela “coisinha” desconhecida a mamãe fica preocupada por não saber o que o bebê quer. Mamãe e bebê se conhecem pouco nos primeiros dias e isso gera angústia e apreensão.
É uma depressão leve conhecida como “Blues post partum”. Pode durar poucos dias até 4 ou 5 semanas. Não requer uso de medicação e a mulher melhora espontaneamente com apoio familiar e sem intervenção médica ou psicológica. O melhor é que as mamães conversem sobre o que estão sentindo, sem se sentirem culpadas por estarem tristes.
São mínimas as possibilidades de uma depressão leve evoluir para uma depressão pós-parto mais grave. A depressão pós-parto propriamente dita inicia-se até o sexto mês após o parto e com sintomas mais severos. Atinge por volta de 15% das mulheres.
A mamãe sente uma tristeza muito grande de caráter prolongado, sentimento de culpa, com baixa auto estima e perda de sentido para a vida. Muitas vezes se acha incapaz de cuidar do seu bebê e passa a ter dificuldades de amamentá-lo e suprir suas necessidades básicas, não sendo capaz de cuidar dela própria também. Pode, em casos mais graves, tentar o suicídio, abandonar o bebê ou mesmo tentar matá-lo.
Sintomas - Alguns sintomas físicos podem ser observados como alterações gastrointestinais, intestino preso ou solto, boca ressecada, dores de cabeça, insônia, alterações de apetite e perda do interesse por sexo. É uma doença incapacitante que só se resolve com uso de medicações antidepressivas e com acompanhamento psiquiátrico e psicológico.
Não há como saber se uma mulher terá ou não depressão pós-parto. Algumas mulheres merecem maior atenção, como as que já tiveram algum tipo de depressão, que na gravidez anterior apresentaram depressão pós-parto, que não desejavam a gravidez ou passaram por momentos difíceis durante a gestação e podem colocar a culpa nos bebês.
Pré-Natal - Como sempre, o pré-natal é sinônimo de gravidez tranqüila. Saiba por quê. A prevenção da depressão pós-parto é possibilitar uma gravidez tranqüila e uma mãe segura. Para tanto, a mamãe precisa de um bom pré-natal onde possa tirar suas dúvidas, ter orientações e realmente ter a certeza que está tudo bem com ela e com seu bebê, apoio familiar, principalmente do marido e um planejamento para a gravidez e pós-parto evitando ansiedade, cansaço e sentimento de culpa e incapacidade.
Geralmente, as mulheres não percebem que estão em depressão e que precisam de ajuda. A atenção da família aos sintomas da depressão é fundamental para relatar ao médico da mamãe o que está acontecendo e quais os sintomas que ela apresenta.
A mamãe pode ajudar a reduzir os sintomas da depressão. Diminuir o ritmo e dar um tempo para se ajustar à nova vida. Como conseguir isso? Pedindo ajuda nos afazeres domésticos e nos cuidados com o bebê, conversar com amigos e familiares para redução das visitas, voltar aos poucos a fazer tudo o que fazia antes do bebê nascer que lhe trazia prazer, descansar sempre que possível e fazer exercícios como caminhar.
Como já foi dito, a mamãe sozinha não consegue melhorar, precisará de acompanhamento psiquiátrico e psicológico. Se estiver amamentando e remédios forem receitados, converse com o médico. Pediatras normalmente suspendem a amamentação quando a mulher faz uso de antidepressivos, pois a medicação passa para o leite materno podendo trazer prejuízos para o bebê.
Outra ajuda essencial na recuperação da mulher é o apoio familiar. A mulher precisa da presença do marido para se sentir amada e compreendida, para que a ajude nos cuidados com o filho e que cuide dela também. Muitas vezes o marido não sabe como ajudar e, para evitar ver o sofrimento da mulher, sai de perto achando que ficando sozinha a mulher irá melhorar.
A mamãe deve se sentir acolhida pela família e saber que pode contar sempre com a atenção de todos. Depressão não é frescura ou coisa de menina mimada. É uma doença séria que requer cuidados médicos, psicológicos e familiar.
Dicas para vencer a DPP
Primeiramente tenha fé em Deus, sem ele não conseguimos
Procure orientação médica, é fundamental para sua recuperação
Aceite o tratamento, relutei muito mas acabei aceitando que precisava dos medicamentos
Vá sem falta às seções de psicoterapia, é essencial
Releve seus defeitos, como todo ser humano você tem, exalte suas qualidades
Não se culpe ou culpe os outros, ninguém tem culpa de você ter adquirido essa doença
Não deixe o lazer de lado, faça coisas que você gosta de fazer
Faça alguma atividade física, pode ser até um passeio com o bebê no carrinho
Não fique se culpando por ter perdido os primeiros meses do seu filho, você terá muito tempo pra curtir o seu bebê
Não deixe o seu orgulho prevalecer, aceite ajuda de todos, por mais independente você seja, ajuda pra cuidar do bebê, da casa são sempre bem vindas
Primeiramente tenha fé em Deus, sem ele não conseguimos
Procure orientação médica, é fundamental para sua recuperação
Aceite o tratamento, relutei muito mas acabei aceitando que precisava dos medicamentos
Vá sem falta às seções de psicoterapia, é essencial
Releve seus defeitos, como todo ser humano você tem, exalte suas qualidades
Não se culpe ou culpe os outros, ninguém tem culpa de você ter adquirido essa doença
Não deixe o lazer de lado, faça coisas que você gosta de fazer
Faça alguma atividade física, pode ser até um passeio com o bebê no carrinho
Não fique se culpando por ter perdido os primeiros meses do seu filho, você terá muito tempo pra curtir o seu bebê
Não deixe o seu orgulho prevalecer, aceite ajuda de todos, por mais independente você seja, ajuda pra cuidar do bebê, da casa são sempre bem vindas
Meu depoimento
Estavamos casados a 2 anos, planejamos a gravidez mas por iniciativa do meu marido, eu queria mas tinha muito medo. Quando descobri a gravidez a primeira coisa que pensei foi na responsabilidade de ser mãe, tive muito medo, mas com algumas semanas já comecei a gostar da ideia. Minha gravidez foi tranquila, estava muito feliz, e muito ansiosa pensando no nascimento. Ainda lembro da primeira ultrasson, chorei ao ouvir o coraçãozinho dele, estavamos muito felizes, eu, meu marido e minha família. Sempre fui muito ansiosa e na gravidez não foi diferente, fazia ultrassons todos os meses pra saber como meu bebê estava, e graças a Deus ele sempre estava bem. Cismei que queria parto normal, queria porque queria, mas infelizmente não deu, meu bebê com 39 semanas já pesava 4 quilos, e meu obstetra alertou que se eu insistisse no parto normal ele poderia deslocar o ombrinho, foi só então que desisti. Chegou o dia do nascimento, e eu estava mais feliz do que nunca, nem estava com medo da cirurgia, estava super tranquila. A primeira vez que vi meu bebê foi um momento mágico, ele era lindo. Pesquisei muito sobre a amamentação, vi que era o melhor para o bebê. No primeiro mês foi super tranquilo, porém eu não tinha muito leite e tive que recorrer ao leite industrializado, foi mais uma tristeza na minha vida, toda vida que ia dar a mamadeira chorava, me sentia a pior mãe do mundo, pra mim eu só seria uma boa mãe se amamentasse, hoje sei que ser uma boa mãe vai muito além disso. Mas na época não aceitava e continuei insistindo na amamentação junto com a fórmula infantil. Sabia que tinha alguma coisa errada comigo, eu chorava bastante, e não sentia a alegria de ser mãe como pensei que seria, me sentia feia, triste a pior mãe do mundo, mas não dizia a ninguém, tinha medo de rejeição, tenho um marido excelente, um filho maravilhoso, não tinha motivo pra ficar triste, mas estava. Comecei a ter muito medo de meu bebê morrer, achava que ele ia morrer a qualquer momento, até que um dia, quando meu bebê estava com 3 meses, tive uma psicose gritava que meu filho estava morto, foi então que meu marido me levou para uma clinica e aí diagnosticaram como psicose pós parto, é uma doença que atinge cerca de 5 em cada mil mulheres, e é muito mais grave que a depressão pós parto, comecei o tratamento com psiquiatra e psicoterapia, só que não aceitava o tratamento, não aceitava estar me tratando com uma psiquiatra então comecei a reduzir a medicação, pressionava meu marido a falar com a médica, e quando ele falava que eu estava bem ela dizia que podia reduzir a medicação, fui reduzindo aos poucos até que fiquei tomando só um remédio. Foi então que infelizmente tive uma nova crise, gritava que era Deus que eu tinha que salvar o meu filho. Na minha cabeça meu filho era Jesus Cristo, e que quando as pessoas descobrissem iam matar ele, não confiava nem em minha mãe e nem em meu marido, mas não dizia isso a ninguém. passei dias e dias com isso na cabeça, até que Deus tirou esses pensamentos da minha cabeça. Nos auges das crises eu queria me matar, quando passava a crise não queria, não sei o porquê disso, nunca tentei só pensava e graças a Deus não cometi suicídio. Retomei a medicação, e estou em tratamento a 9 meses. Aceitei o tratamento, vou tomar medicamento o tempo que for necessário, faço psicoterapia, e hoje graças a Deus estou bem. Só agora com o meu bebê com 1 ano estou vivendo a maternidade com muito amor, nunca tive vontade de machucar meu bebê (isso acontece em alguns casos), mas eu era muito infeliz com a maternidade. Mas hoje sou realizada com meu filho, não consigo imaginar minha vida sem ele, primeiramente agradeço a Deus por ter me dado forças pra vencer essa fase tão difícil na minha vida. Tirei algumas lições disso tudo, hoje dou mais valor à vida, a minha família, aos pequenos momentos do dia-a-dia e pouco a pouco vou me livrando desse pesadelo que é a DPP.
Estavamos casados a 2 anos, planejamos a gravidez mas por iniciativa do meu marido, eu queria mas tinha muito medo. Quando descobri a gravidez a primeira coisa que pensei foi na responsabilidade de ser mãe, tive muito medo, mas com algumas semanas já comecei a gostar da ideia. Minha gravidez foi tranquila, estava muito feliz, e muito ansiosa pensando no nascimento. Ainda lembro da primeira ultrasson, chorei ao ouvir o coraçãozinho dele, estavamos muito felizes, eu, meu marido e minha família. Sempre fui muito ansiosa e na gravidez não foi diferente, fazia ultrassons todos os meses pra saber como meu bebê estava, e graças a Deus ele sempre estava bem. Cismei que queria parto normal, queria porque queria, mas infelizmente não deu, meu bebê com 39 semanas já pesava 4 quilos, e meu obstetra alertou que se eu insistisse no parto normal ele poderia deslocar o ombrinho, foi só então que desisti. Chegou o dia do nascimento, e eu estava mais feliz do que nunca, nem estava com medo da cirurgia, estava super tranquila. A primeira vez que vi meu bebê foi um momento mágico, ele era lindo. Pesquisei muito sobre a amamentação, vi que era o melhor para o bebê. No primeiro mês foi super tranquilo, porém eu não tinha muito leite e tive que recorrer ao leite industrializado, foi mais uma tristeza na minha vida, toda vida que ia dar a mamadeira chorava, me sentia a pior mãe do mundo, pra mim eu só seria uma boa mãe se amamentasse, hoje sei que ser uma boa mãe vai muito além disso. Mas na época não aceitava e continuei insistindo na amamentação junto com a fórmula infantil. Sabia que tinha alguma coisa errada comigo, eu chorava bastante, e não sentia a alegria de ser mãe como pensei que seria, me sentia feia, triste a pior mãe do mundo, mas não dizia a ninguém, tinha medo de rejeição, tenho um marido excelente, um filho maravilhoso, não tinha motivo pra ficar triste, mas estava. Comecei a ter muito medo de meu bebê morrer, achava que ele ia morrer a qualquer momento, até que um dia, quando meu bebê estava com 3 meses, tive uma psicose gritava que meu filho estava morto, foi então que meu marido me levou para uma clinica e aí diagnosticaram como psicose pós parto, é uma doença que atinge cerca de 5 em cada mil mulheres, e é muito mais grave que a depressão pós parto, comecei o tratamento com psiquiatra e psicoterapia, só que não aceitava o tratamento, não aceitava estar me tratando com uma psiquiatra então comecei a reduzir a medicação, pressionava meu marido a falar com a médica, e quando ele falava que eu estava bem ela dizia que podia reduzir a medicação, fui reduzindo aos poucos até que fiquei tomando só um remédio. Foi então que infelizmente tive uma nova crise, gritava que era Deus que eu tinha que salvar o meu filho. Na minha cabeça meu filho era Jesus Cristo, e que quando as pessoas descobrissem iam matar ele, não confiava nem em minha mãe e nem em meu marido, mas não dizia isso a ninguém. passei dias e dias com isso na cabeça, até que Deus tirou esses pensamentos da minha cabeça. Nos auges das crises eu queria me matar, quando passava a crise não queria, não sei o porquê disso, nunca tentei só pensava e graças a Deus não cometi suicídio. Retomei a medicação, e estou em tratamento a 9 meses. Aceitei o tratamento, vou tomar medicamento o tempo que for necessário, faço psicoterapia, e hoje graças a Deus estou bem. Só agora com o meu bebê com 1 ano estou vivendo a maternidade com muito amor, nunca tive vontade de machucar meu bebê (isso acontece em alguns casos), mas eu era muito infeliz com a maternidade. Mas hoje sou realizada com meu filho, não consigo imaginar minha vida sem ele, primeiramente agradeço a Deus por ter me dado forças pra vencer essa fase tão difícil na minha vida. Tirei algumas lições disso tudo, hoje dou mais valor à vida, a minha família, aos pequenos momentos do dia-a-dia e pouco a pouco vou me livrando desse pesadelo que é a DPP.
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